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QUEM SOMOS

ABITEP - Associação Brasileira Interdisciplinar Holística




 
  • Rua Frei Caneca, 91 cjto. 32

 
  • CEP 01307-001 São Paulo SP

 
  • Fone 3159-1887 ou 3159-2763

  Ano de fundação e nome do fundador



 
  • Fundada em agosto de 1994 por uma equipe de pessoas envolvidas com a formação integral do homem, dentre elas a srª Regina Drukier Waintrob que permanece na luta pela manutenção e crescimento da entidade.

  Composição da Diretoria atual



 
  • Presidente - Ivan Drukier Waintrob

 
  • Secretário - Iara Cândida Chalela

 
  • Tesoureiro- Allan Paul Raicher

 
  • Suplente- Edson Farberas

 
  • Conselho Fiscal- Rogério Moreno Gomes, Antonio Carlos de Morais e Flávio Segal Cuperstein

  O que motivou a criação da Associação?



 
Esta associação nasceu como resultado da percepção da sua fundadora, quer no ambiente público ou privado, da necessidade de constituir uma prática de educação que incluísse a visão do ser humano, como ser bio-psico-social e histórico, em oposição às práticas diárias assistidas em 25 anos de experiência onde o fracasso escolar, a exclusão social e a enorme fragmentação de conteúdos apresentados nas diversas disciplinas curriculares e a falta de investimento na formação dos professores, foram desafios que a educação tradicional não conseguiu superar. Apoiando-se nos conceitos de "transversalidade" e pensamento sistêmico, foi fundada a associação, com a proposta de colaborar ativamente a favor de uma educação inclusiva, propiciadora de formação de cidadãos co-responsáveis pela gerência dos seus recursos pessoais e ambientais, portanto da própria autonomia. O movimento Holístico com sua visão orgânica e abrangente, representou em termos ideológicos, aquele que mais se aproximava da proposta geral da associação, na perspectiva de ser um movimento inclusivo, sistêmico, não discriminatório e que sobretudo contemplava o respeito a diversas abordagens discursivas, sem despotencializar a ação pedagógica, do que se entende ser seu objetivo mais profundo, isto é: ser epistêmico e inclusivo ou dito de outro modo: ser crítico e promotor de cidadania. A escola, segundo esta ótica, seria vista não só como espaço social de reflexão e espelhamento das lógicas sociais, mas também como espaço privilegiado desta nova série de demandas, que privilegia a vocação da escola como produto de conhecimento e transformação de consciência, tanto individual quanto sócio-cultural. A associação elabora projetos e programas que no cotidiano escolar, discute as questões da ecologia, sexualidade, violência e uso indevido de drogas; e entende que estes quatro eixos de inserção curricular agrupam os pontos críticos e as intersecções de diversos saberes, tendo como resultado uma escola que discute o presente e potencializa ações futuras em diversos ambientes, tanto lógico quanto sócio-políticos. Criticamente ainda, entende que a estrutura escolar brasileira, permanece distanciada do movimento mundial de globalização, que se equaciona para o conhecimento apoiado na visão de "rede", entendendo a tarefa da escola, como tarefa articulatória e propiciatória de novas construções tanto epistêmicas quanto sociais. O interesse destas discussões no ambiente escolar, segundo o entendimento da proposta da associação, é algo que se impõe e não deve ser adiado, em que pese muitas ações de resistência e até recusa de vários professores quando se referem às suas condições de trabalho, a seus alunos e em última instância a seu autoconceito e sua impotência frente à exigência do desempenho do seu papel de transformador desta realidade.


  O que motivou a criação da Associação?



 
Capacitação visando a melhoria da qualidade de ensino, o relacionamento interpessoal e a prevenção ao uso indevido de álcool e drogas objetivando a redução da violência urbana.


  Quantas pessoas já foram atendidas desde a sua fundação?



 
Aproximadamente 13.000, sendo o público alvo: profissionais de educação, pais e alunos.


  Qual é seu público-alvo?



 
Professores para capacitação pedagógica e preventiva, famílias, e crianças e adolescentes em situação de risco.


  Qual a faixa etária das pessoas atendidas?



 
  • Professores de educação infantil, ensino fundamental I e II e ensino médio

 
  • Crianças/Adolescentes de 04 a 18 anos

 
  • Adultos que estejam vinculados ao ensino supletivo

 
  • Família de crianças e adolescentes

  Qual a abrangência geográfica da associação?



 
  • Cidade de São Paulo, com possibilidades de ampliar as ações do programa para o interior do Estado de São Paulo e até mesmo outros estados.

  Quais são as ações desenvolvidas pela ABITEP e onde?



 
Atualmente, a ABITEP conta com a experiência de uma série de trabalhos desenvolvidos por uma equipe de profissionais de alto nível, em condições de identificar a origem das dificuldades e a melhor solução para cada caso. Dentre suas atividades podemos ressaltar a: 1º - capacitação de professores da rede particular e da rede pública desenvolvida nas escolas municipais e estaduais;
2º - cursos de formação continuada, desenvolvidos pela ABITEP nos seguintes espaços:Sindicato dos Professores e funcionários do Ensino Municipal - APROFEM; Sindicato da escolas estaduais do Estado de São Paulo - SIEEESP e Centro do Professorado Paulista - CPP;
3º - Programa Eureka - Prevença ao uso indevido de drogas na rede pública aprovado pelo Conselho Municipal da Criança e do Adolescente - CMDCA.



  Quais os parceiros da ABITEP ?



 
  • Editoras: Saraiva, Moderna, Ática, FTD

 
  • PMSP

 
  • Sindicatos e associações

  Qual a formação da equipe e em qual área?



 
  • Pedagogo, psicólogo, professores especialistas, médico psiquiatra, psicipedagogo, assistênte social

  Como é garantido no atendimento a interdisciplinaridade e a visão holística?



 
Apoiando-se nos conceitos de "transversalidade" e pensamento sistêmico, com a proposta de colaborar ativamente a favor de uma educação inclusiva, propiciando a formação de cidadãos co-responsáveis e autônomos, onde a ação pedagógica visa desenvolver o ser crítico e promotor de cidadania. A escola, segundo esta ótica, seria vista não só como espaço social de reflexão e espelhamento das lógicas sociais, mas também como espaço privilegiado desta nova série de demandas, cuja vocação é tornar este equipamento social produto de conhecimento e transformador de consciência, tanto individual quanto sócio-cultural.


   
   
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